O mundo do futebol foi pego de surpresa nesta semana com uma notícia devastadora para a Seleção Francesa. O atacante Hugo Ekitiké, peça importante no ciclo recente dos atuais vice-campeões mundiais e conhecido por ser um dos carrascos da Seleção Brasileira em confrontos recentes, sofreu uma grave lesão e não terá condições de disputar a Copa do Mundo de 2026.
O incidente ocorreu durante o eletrizante confronto entre Liverpool e Paris Saint-Germain, válido pelas quartas de final da Champions League, nesta terça-feira (14). Aos 28 minutos do primeiro tempo, em Anfield, o centroavante francês desabou sozinho no gramado ao tentar uma mudança de direção.
A cena foi forte: Ekitiké imediatamente levou a mão ao calcanhar e, apesar de tentar se levantar por duas vezes, deixou o campo de maca, em lágrimas. Exames iniciais realizados pela “RMC Sport” confirmaram o pior cenário: ruptura total do tendão de Aquiles.
A lesão no tendão de Aquiles é uma das mais temidas por atletas de alto rendimento. Com o diagnóstico confirmado, a estimativa de retorno é desanimadora:
Tempo de recuperação: Entre 9 e 12 meses.
Impacto imediato: O jogador perderá todo o restante da temporada europeia e o Mundial de 2026, que começa em junho.
Histórico recente: Ekitiké vinha se consolidando como o sucessor natural de grandes nomes no ataque francês, sendo presença constante nas listas de Didier Deschamps.
Um “hospital” chamado PSG
A noite de Champions não foi cruel apenas para Ekitiké. O PSG saiu de campo com um saldo médico preocupante a apenas dois meses da Copa do Mundo:
Nuno Mendes: O lateral-esquerdo português saiu mancando com dores musculares.
Désiré Doué: O meia-atacante sofreu um forte impacto contra as placas de publicidade e também preocupa a seleção francesa.
O que isso significa para a Copa do Mundo?
A ausência de Ekitiké força a França a buscar alternativas em um setor onde a competitividade é altíssima. Para o Brasil, o jogador era visto como uma ameaça constante devido ao seu porte físico e faro de gol, tendo sido um dos destaques que dificultaram a vida da defesa brasileira em encontros recentes de seleções de base e principal.
Agora, resta ao atacante focar na cirurgia e no longo processo de fisioterapia, enquanto a França tenta reorganizar seu esquema tático sem uma de suas principais promessas de gols para o torneio que será sediado nos EUA, México e Canadá.


